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Urutau
 


Riqueza de nosso chão

A cidade paranaense de Londrina é considerada a Babel brasileira, pela quantidade e diversidade de diferentes etnias de imigrantes presentes na sua colonização, tendo sido objeto de recente reportagem na revista paulista Made in Japan, edição 115.

Aquela fértil terra roxa, que antigamente era conhecida como a “pequena Londres”, tem muita presença japonesa.

Lembro de certa feita, quando eu  viajava de Curitiba em direção ao Norte paranaense, passando por Londrina, recordo as peculiaridades da população próxima às cidades. Era tarde de uma quinta-feira, dia de Feira e o pessoal do interior vinha fazer seus negócios, lotando os ônibus. Uma excelente ocasião para se conhecer suas culturas e modo de vida!

Ah, sobre esta edição da Made in Japan, o Japão tem a maior variedade de sobrenomes familiares do mundo, chegando a centenas de milhares!



Escrito por Nheçu às 05h25
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O que andei lendo

Jornada sob o Véu (Nova Cultural), romance da inglesa Shirley Palmer, na linha água-quase-açúcar, sobre a s descobertas do passado de uma jovem circassiana, nascida na Arábia Saudita de mãe muçulmana e adotada por família norte-americana. A moça regressa ao país natal para trabalhar em Jeddah como médica e enfrenta as dificuldades da 1a Guerra do Golfo, na década de 1990.

A situação é de iminente invasão do Kuwait pelo Iraque. Em meio a isso, uma rebelião interna leva os combates a grande mesquita de Meca e a singular prática da decapitação dos rebeldes e inconformados com o regime. 

Surgem histórias envolvendo os wahabitas, o ramo de islamismo que predomina entre os sauditas, sua dinastia Al Sa´ud, as belas jovens circassianas, com origem russa, que atuam como escravas sexuais dos reis dos petrodólares. A autora, que reside em Nova Iorque, viveu durante alguns anos na Arábia Saudita, daí sua familiaridade com os costumes árabes da realeza saudita, o romance foi lançado, inicialmente, sob pseudônimo.



Escrito por Nheçu às 05h23
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Difícil ofício!

O escritor Deonísio da Silva, atualmente professor na Universidade de São Carlos (SP), ao comentar a biografia sobre o editor José Olympio; Um paraíso só de letras, de Mônica Sinelli, lança algumas frases memorá-veis no que concerne ao sempre difícil hábito de publicar livros: “Não espere gratidão quem trabalha com cultura” ou, “Neste país, só socorrem bancos e banqueiros, editores e escritores, não!”.

Em tempo, na era dos “50 anos em 5”do presidente Juscelino, a Livraria e Editora José Olympio ficou entre as 500 maiores empresas brasileiras. Certa-mente um recorde, pois escritores são avessos as láureas do mercado e, segundo Deonísio, “rendem graças quando os deixam escrever em paz”.



Escrito por Nheçu às 05h21
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Um fim de sede, fome e calor

Muitos metidos a intelectuóides não devem ter se apercebido, mas o mundo que conhecemos está em acelerada mudança e, para pior, com este módico aumento do aquecimento global girando em torno de 03% da temperatura. Isto é uma realidade que vem sendo comprovada desde o mês de fevereiro. O clima de todo o planeta Terra será drasticamente afetado. O comportado da espécie humana deve reagir a esta constatação. Chega a ser desmesurado este alcance, pois vai do ar que respiramos a arte que apreciamos, das rezas que suplicamos, aos pecados que cometemos.

Um alerta gritante e epidérmico vem soando no mundo inteiro há alguns meses, dizendo respeito ao mundo das abelhas, que estão sumindo, na ordem de 60% e até 70% das colméias. Este fenômeno começou nos Estados Unidos e se expandiu para a Europa, chegando até o Brasil. Tem merecido cantinhos na grande imprensa, não falam que pode ser derivado do uso de sementes transgênicas na agricultura, nos pesticidas aplicados e por aí afora.

A conceituada revista alemã Der Spiegel (O Espelho), no final de março, em artigo de Gunther Latsch, abordou o assunto em extensa reportagem. O mais chocante foi uma citação do físico Albert Einstein, para quem “Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida. Com o fim das abelhas, acaba a polinização, acabam as plantas, acaba o homem.”!!!!!!!!!!!!!



Escrito por Nheçu às 05h20
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Charutos

 A Rádio Guaíba (RS) entrevistou dia 06.06/04, mulheres empresárias do ramo de tabacarias e charutarias de Porto Alegre, onde se reafirmou que devido ao clima, os Charutos de Havana continuam imbatíveis, sendo reconhecidos apenas pelo aroma. Uma proposta original foi realizar um curso para “fumar o charuto”, já que há todo um cerimonial nesta atividade, como pitar sem tragar e etc.

Em terras da garoa

Já a Rádio Bandeirantes (SP) enfatizou o Dia dos Namorados na programação do dia 10.06, com dicas apropriadas, manifestando sua preocupação com a lotação dos motéis (!) para o dia 12 (parece que todos estavam reservados, demonstrando que tesão pode ser programado!) e para compensar  sugeriu passeios de helicóptero a um mil reais por hora.

Pelos tópicos acima, dá para se notar a qualidade! Isso é que é “jornalismo”, hein?...



Escrito por Nheçu às 05h46
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As mulas do Getúlio

A revista História Viva/8 (Duetto/SP), levantou um assunto praticamente desconhecido para a maioria de nós, brasileiros; o fiasco dos “soldados da borracha” durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945), em plena Segunda Guerra Mundial, ocasião em que faltou borracha para o Tio Sam lá nos Estados Unidos e cidadãos brasileiros, em sua maioria nordestinos retirantes da seca, foram coagidos a se alistar para não ir para a Itália, chegando a cerca de 60 mil “soldados”, contratados a meio dólar por dia, para trabalhar nos seringais da Amazônia, no período de 1942/45.

Entretanto, a operação toda acabou em fiasco logístico e organizacional, com os estadunidenses sumindo do mapa tão logo puderam escapar do mega-projeto, inserido nos “Acordos de Washington”, que foram cancelados em 1945 no tocante à borracha. Só que quase trinta mil dos trabalhadores brasileiros sumiram na selva, enquanto que dos 20 mil Pracinhas da FEB, pereceram apenas 454 na Itália. A Constituição de 1988, 44 anos depois do fim da Segunda Guerra, mandou pagar pensões aos “soldados da borracha”, só que equivalente a um décimo da pensão dos Pracinhas da FEB.

Ah, as mulas do Getúlio referem-se aos mais de 1.500 quadrúpedes que “desapareceram” entre os estados de São Paulo e do Acre, entre outras cositas más! (JWG).



Escrito por Nheçu às 05h44
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