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Urutau
 


Resvalões históricos

O Código da Vinci e o cristianismo dos dois primeiros séculos (Paulinas), do professor Pedro Lima Vasconcellos, propondo com o livro um "enfrentamento sério das questões aí levantadas", por Dan Brown, em O Código da Vinci. Um "entusiasmado" grupo de universitários da PUC/SP, alunos de Pedro Lima, debateu num curso no 2o semestre de 2005 as questões polêmicas de Dan Brown, enriquecendo o conteúdo desteo livro.

Trata-se de uma abordagem lúcida sobre os questionamentos parciais que surgiram após o livro de Dan Brown, remetendo a leituras de aprofundamento teológico e histórico, muitas das quais só tem acesso quem trabalha com aulas de religião de nível superior.

Essa citação de outros livros é válida, pois "Pouco se conhece da história das origens cristãs. A leitura convencional dos textos bíblicos mostra-se cheia de lacunas". Pedro Lima desmonta as gafes históricas cometidas por Dan Brown, que comete deslizes enormes, como este de citar a existência da "Biblioteca do Vaticano", já no ano de 95 d.C, quando os cristãos não chegavam nem perto das jaulas dos leões ou das catacumbas, lugar primeiro das reuniões dos seguidores de Jesus Cristo!

Dan Brown foi acusado de fazer plágio de outros livros para escrever O Código da Vinci: "A grande heresia: o segredo da identidade de Cristo" e "O santo graal e a linhagem sagrada". Por causa deste último, inclusive, foi parar nas barras de um tribunal inglês.

Para quem deseja, saber dos fatos verdadeiros e não o sensacionalismo barato, presente em Dan Brown, faço a recomendação de O Código da Vinci e o cristianismo dos dois primeiros séculos. Para adquiri-lo, fiz reserva na livraria da Cúria Diocesana de Santo Ângelo e, devido ao período de férias, tive de aguardar dois meses para receber o livro, mas valeu a espera. A obra é de primeira qualidade!

Uma ressalva: o lançamento de livros "bombásticos" é cíclico, a cada dez, quinze anos, sai uma obra "reveladora" de "verdades escondidas" e acaba sumindo. Veja-se que o citado "O santo graal e a linhagem sagrada" já fizera um relativo sucesso na década de 1980!



Escrito por Nheçu às 02h10
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Um aliado dos Céus

O Pe. Roque Zimmermann, natural da cidade de Santo Cristo, irmão do atual deputado federal Tarcísio Zimmermann (PT/RS), também foi deputado federal por dois mandatos pelo Paraná, além de ter sido vereador na cidade de Ponta Grossa, candidato a governador da terra roxa em 2002 e secretário de Estado de Requião (na foto, inspecionando uma obra), afastou-se recentemente da vida partidária para se dedicar a luta pela causa ecológica, sem duvida, uma vitória para o movimento ambientalista, que ganha um aliado de peso e conhecimento qualificado.

O Pe. Roque iniciou sua militância política em 1958, mas foi mais atuante no meio estudantil durante seus estudos na Universidade Gregoriana de Roma, nos de 1963-64, lá permanecendo até 1967, tendo convivido todo o período efervescente do Concílio Vaticano II em pleno palco dos acontecimentos.

Ele se desliga da política dizendo que "O PT descaracterizou-se demais.", mas o Governo Lula "È disparado o melhor governo que o país já teve, principalmente no que concerne as pessoas excluídas."

Na campanha do 2o turno da eleição de 1994, o Pe. Roque esteve em Roque Gonzales, dando uma força para Olívio Dutra que enfrentava Antônio Britto, na ocasião, Britto venceu o pleito. Entretanto, em 1998 a disputa se repetiria e, cumprindo uma já regra no RS, governador não se elege duas vezes (o senado é a salvação do Pedro Simon!), tendo Olívio vencido o repeteco da disputa.

Tarcísio Zimmermann também esteve em Roque Gonzales fazendo trabalho de base com o PT, assistindo inclusive uma palestra com Pedro Paganin, do jornal Mundo Jovem, no Clube 15 de Novembro, considerado então como "reformista" por Tarcísio.



Escrito por Nheçu às 02h08
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