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Urutau
 


Cenário mágico

Novas lendas orientais (Record), contos de Malba Tahan, narrando histórias construtivas do mistérioso Oriente, escritas no ano de 1958. “A primeira rúpia” se passa no Paquistão, sobre o esforço próprio para vencer na vida. As histórias são voltadas para o público juvenil, em meio a cenários diferentes: “Como são suaves, silenciosas e frias as tardes de inverno no Paquistão!”

Na velha Damasco de 698 d.C., a capital do califado, existia o nobre professor de falcoeiro Mosab, que fica defeituoso de uma perna, apela então para se tornar um sábio talebe (professor), mas o rei o convida para ser Grão-vizir e aí começam as atribulações dele.

Em “Uma lenda de Krishnamurti, encontramos “virtuoso eremita de duas tangas”, que busca a Verdade, para descobrir o Mistério da vida e, num “lucilar das primeiras estrelas” (no entardecer) vem a calamidade...

Alguém já leu uma lenda tártara? Pois ela está no conto “A lenda do Lago de Szima” e diz que existem palácios enormes e templos religiosos, enfim uma cidade, debaixo das águas de um lago na Sibéria.

O conto mais extenso é “Uma aventura de amor no Sivã”, com mais de 80 páginas, na qual, após mil peripécias, o herói acaba sendo contemplado com cinco belas virgens, mas recusa em nome do amor pela princesa!

Malba Tahan, era o pseudônimo utilizado por Júlio César de Mello e Souza. Ele não conseguia publicar seus textos em jornal, até que começou a utilizar pseu-dônimos, sendo o primeiro R. S. Slade, tendo ele mentido ao editor, dizendo que era um autor de sucesso nos Estados Unidos!

Ele estudou árabe, leu o Talmude e o Alcorão, além de cursar história e geografia do Oriente. Em acordo com Roberto Marinho, do jornal A Noite, criou Ali Iezid Izz-Eduim Ibn Salim Hank Malba Tahan.

Tahan significa moleiro e Malba oásis. Então, o Moleiro do Oásis. Porém, jamais esteve no Oriente Médio e nunca viu o deserto, segundo seus biógrafos. 



Escrito por Nheçu às 19h04
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Ave Bento!

Previsto para a próxima Páscoa, o livro do Papa Bento XVI sobre o Jesus Cristo histórico (Jesus de Nazaré, do Batismo no Jordão à Transfiguração) promete ser o novo fenômeno de venda de livros em todo o mundo, um best seller religioso com o aval de quem conhece a religião católica, pois Ratzinger é um teólogo respeitado. O prefácio do livro, já divulgado pelo Vaticano, tem garantido generosas resenhas nas revistas e jornais do mundo inteiro.

Mostrando que crer em alguma coisa superior, no caso, Deus, é vida, Bento XVI tem conseguido trazer o tema das religiões para as manchetes da mídia, travando um debate de qualidade com outras manchetes que só tratam de questões macabras, de corrupções, guerras, dinheiro e de como trabalhar mais (e ganhar menos!).

P.S. Ave, do latim, forma de saudação entre os romanos. Igual a salve.



Escrito por Nheçu às 19h03
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