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Urutau
 


Leitura

Existem bons livros que nos auxiliam o desenvolvimento moral com sua leitura (estou quase quê como diretor de biblioteca de mosteiro!). Se forem, porém, assimilados quando as vicissitudes da vida ainda não tornaram a existência estéril.

Escrevo sobre um grande líder, adepto da não-violência, Mahatma Gandhi, cuja biografia escrita por Huberto Rhoden adquiri no inverno de 1983 para a minha biblioteca. Talvez este livro tenha sido fundamental na minha formação de uma visão fraterna com relação as religiões e aos povos da humanidade.

Também encontrei na Biblioteca Municipal de Roque Gonzales uma incursão do catarinense Maicon Tenfen na coleção de Aventuras na História (Sivadi Editorial), onde de forma ficcional, aborda para adolescentes a figura do Mahatma: Gandhi - a marcha do sal. Ótima leitura para primeiras impressões, embora possa ser lida andando de motocicleta!

Tenfen é quase um fenômeno na literatura, já tendo publicado aos 23 anos três novelas. Agora aos 31, residindo em Blumenau, acrescentou mais dois títulos a sua biografia.

Quanto ao nosso Mohandas Karachan Gandhi (02/10/1869-30/01/1948), ele presenciou o declínio do Império Britânico, pelo qual foi o principal responsável, sendo apenas um homem miserável enrolado num lençol branco, pregando o jejum, a meditação a verdade (satyagraha) e a não-violência (ahimsa).

Isso enfrentando um dos mais violentos exércitos coloniais que teve de amargar a perda de 3/4 de seu território.

Filho de família extremamente religiosa, notadamente de parte de sua mãe, Putlibai, Gandhi teve uma formação espiritual sólida, que iria lhe facilitar as agruras e o penar na vida futura.

Casando jovem com Kasturbai, ele sentiu a vida plena e a sexualidade do casal se manifestar em sua totalidade durante 24 anos, sendo que aos 37 anos de idade, fez acordo de castidade com sua esposa, um fato singular de renúncia, só passível de acontecer a quem dispõe de férrea vontade em seus objetivos. (JWG) Conversa de Escrevinhador, junho – 2006.

 



Escrito por Nheçu às 07h09
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Dica de Leitura

A fim de aprimorar meu “deutsche sprache”, adquiri o dicionário de bolso Alemão/Português-Portugiesisch/Deutsch (DCL), autoria de Ilton Mann Barrera, um paranaense de São José dos Pinhais, com a colaboração de Ingeborg Neubauer, divulgado pelo portal cultural Brasil/Alemanha.

Até certo ponto, achei o dicionário frustrante. Para quem nasceu tendo o idioma alemão diariamente sendo pronunciado por perto, mesmo que seja nos nossos dialetos roque-gonzalenses, dicionário tem de ser dos bons e bem abrangente, mais ainda, trazendo a pronúncia da palavra, o que o referido dicionário não traz e, sabemos, assim como na língua inglesa, a pronuncia germânica soa diferente da gramática.

O alemão tem um dizer forte, é uma linguagem gutural por isso mesmo. Alguns o consideram um palavreado gentílico, outros ao verem duas pessoas gesticulando em bom tom, pensam que é briga na certa.

Mais contundente do que o alemão é o polonês, onde ao contrário do romântico francês, que convida as moças para “faire l´amour” (fazer amor), se convida as polacas diretamente para ir para a cama...

Para perguntar onde fica a cidade polonesa de Varsóvia em alemão, então, uma loucura: “Warschau”!

As definições para a palavra namorar não batem com nosso regionalismo, sendo uma delas o “poussieren (possuir). Prefiro o “namorerhen” em pomerano (inclusive gravado em CD musical) ou o “smussuh” do nosso alemanês!

Uma palavra composta regional bem-humorada refere-se a proteção de nossos bens, senão virá o “spitzhut” (chapéu pontudo) levar!

Em tempos idos, deve ter existido um citadino com chapéu coco metido a pilantra. Algo assim como os “tiradores de sangue” das pessoas, que permeiam o imaginário popular, décadas após sua manifestação (seriam experiências de seres extraterrestres - ETs?). Estas historias do chupa-cabras circularam muito nos anos finais de 1960...(JWG). Jornal Igaçaba, Conversa de Escrevinhador – julho, 2006.



Escrito por Nheçu às 07h08
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