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Urutau
 


Pela Amazônia

Quando o rio Amazonas corria para o Pacífico - uma história desconhecida da Amazônia (Editora Vozes), de Evaristo Eduardo Machado, abordando aspectos deveras surpreen-dentes sobre o “pulmão do mundo”, desde o princípio, quando o Rio Ama-zonas corria em direção Oeste e mergulhava no Ocean-o Pacífico, a (bem antiga) separação dos continentes.

Nós que moramos no Sul, não nos demos em conta das implicâncias do Tratado de Tordesilhas para o Norte, pois se a maioria do Rio Grande do Sul era de fato e de direito espanhol, o estado do Amazonas também o foi (ao contrário do que ocorreu aqui no Sul, onde houve uma predominância nas denominações com nomes de origem castelhana para os povoados, leia-se Santa Maria, São Borja, etc., os nomes das localidades na Amazônia (Amazonas, Amapá e Pará), têm sua origem em Portugal, como Almerim (terra natal da cantora Joelma da banda de forró Calipso, que inclusive esteve, toda rosada, em show na exposição da Fenamilho, em Santo Ângelo, dia 30/04), Bragança, Santarém e etc.

Você sabia que a terra firme em que pisam seus pés é uma ilusão? É apenas uma imensa placa, navegando sobre magma vulcânico, com, no máximo 30 a 40 km de solo, antes de encontrar a lava derretida em direção ao centro da Terra. 

O livro contém informações impressionantes para quem deseja se aprofundar sobre a questão ecológica, escrita de forma bem didática. É obra que não deveria faltar nas bibliotecas das escolas e aprendizes de escribas, preocupados com o futuro da humanidade sobre o 3o planeta do Sistema Solar, ou seja, nossa Terra!

O autor é pesquisador da Embrapa e estuda o tema há mais de 25 anos, tendo sido consultor da Eco/92-RJ e um dos colaboradores na recente Campanha da Fraternidade 2007, da CNBB, com o tema da Amazônia. (JWG).      



Escrito por Nheçu às 04h38
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Contando, nem acreditam!

A construção da Usina Passo São João, no Salto Pirapó, em Roque Gonzales, RS, é considerada pelos observadores que a analisam como umas das áreas mais tranqüilas em relação ao imenso impacto que causará nas comunidades abrangidas em sua área de localização.

Enquanto em outros locais explodem protestos e liminares relativas a questões ambientais, em Roque Gonzales e adjacências, aguarda-se o início das obras.

Porém, para quem acompanha os bastidores do projeto, há divergências e pontos a ajustar.

Anotamos rapidamente uma destas questões, por vezes hilárias. 

Bugios - Esta história constará, certamente, como uma das anedotas sobre a construção da usina; a contratação de uma equipe de repontadores dos bugios que ainda sobrevivem nas matas que circundam o Rio Ijuí, a ouvi ser proferida por uma fonte oficial, já que os referidos primatas não suportariam a transferência para uma hipotética área intermediária enquanto aguardariam o crescimento do reflorestamento nativo para retornarem a suas plagas! 



Escrito por Nheçu às 04h36
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Agruras de um Editor

A Coluna do Escrevinhador do mês de julho do Jornal Igaçaba, a sair, foi toda ela redigida em meio à agitação da organização e entrega do livro do Prêmio Missões/10 na gráfica, dia 11/06, depois a organização da cerimônia do dia 29, os convites, etc. em meio, a confecção e diagramação de mais um Jornal Igaçaba.

Colírio somente quando íamos passear no portal oficial da Viviane Araújo!



Escrito por Nheçu às 04h31
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Riqueza de nosso chão

A cidade paranaense de Londrina é considerada a Babel brasileira, pela quantidade e diversidade de diferentes etnias de imigrantes presentes na sua colonização, tendo sido objeto de recente reportagem na revista paulista Made in Japan, edição 115.

Aquela fértil terra roxa, que antigamente era conhecida como a “pequena Londres”, tem muita presença japonesa.

Lembro de certa feita, quando eu  viajava de Curitiba em direção ao Norte paranaense, passando por Londrina, recordo as peculiaridades da população próxima às cidades. Era tarde de uma quinta-feira, dia de Feira e o pessoal do interior vinha fazer seus negócios, lotando os ônibus. Uma excelente ocasião para se conhecer suas culturas e modo de vida!

Ah, sobre esta edição da Made in Japan, o Japão tem a maior variedade de sobrenomes familiares do mundo, chegando a centenas de milhares!



Escrito por Nheçu às 05h25
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O que andei lendo

Jornada sob o Véu (Nova Cultural), romance da inglesa Shirley Palmer, na linha água-quase-açúcar, sobre a s descobertas do passado de uma jovem circassiana, nascida na Arábia Saudita de mãe muçulmana e adotada por família norte-americana. A moça regressa ao país natal para trabalhar em Jeddah como médica e enfrenta as dificuldades da 1a Guerra do Golfo, na década de 1990.

A situação é de iminente invasão do Kuwait pelo Iraque. Em meio a isso, uma rebelião interna leva os combates a grande mesquita de Meca e a singular prática da decapitação dos rebeldes e inconformados com o regime. 

Surgem histórias envolvendo os wahabitas, o ramo de islamismo que predomina entre os sauditas, sua dinastia Al Sa´ud, as belas jovens circassianas, com origem russa, que atuam como escravas sexuais dos reis dos petrodólares. A autora, que reside em Nova Iorque, viveu durante alguns anos na Arábia Saudita, daí sua familiaridade com os costumes árabes da realeza saudita, o romance foi lançado, inicialmente, sob pseudônimo.



Escrito por Nheçu às 05h23
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Difícil ofício!

O escritor Deonísio da Silva, atualmente professor na Universidade de São Carlos (SP), ao comentar a biografia sobre o editor José Olympio; Um paraíso só de letras, de Mônica Sinelli, lança algumas frases memorá-veis no que concerne ao sempre difícil hábito de publicar livros: “Não espere gratidão quem trabalha com cultura” ou, “Neste país, só socorrem bancos e banqueiros, editores e escritores, não!”.

Em tempo, na era dos “50 anos em 5”do presidente Juscelino, a Livraria e Editora José Olympio ficou entre as 500 maiores empresas brasileiras. Certa-mente um recorde, pois escritores são avessos as láureas do mercado e, segundo Deonísio, “rendem graças quando os deixam escrever em paz”.



Escrito por Nheçu às 05h21
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Um fim de sede, fome e calor

Muitos metidos a intelectuóides não devem ter se apercebido, mas o mundo que conhecemos está em acelerada mudança e, para pior, com este módico aumento do aquecimento global girando em torno de 03% da temperatura. Isto é uma realidade que vem sendo comprovada desde o mês de fevereiro. O clima de todo o planeta Terra será drasticamente afetado. O comportado da espécie humana deve reagir a esta constatação. Chega a ser desmesurado este alcance, pois vai do ar que respiramos a arte que apreciamos, das rezas que suplicamos, aos pecados que cometemos.

Um alerta gritante e epidérmico vem soando no mundo inteiro há alguns meses, dizendo respeito ao mundo das abelhas, que estão sumindo, na ordem de 60% e até 70% das colméias. Este fenômeno começou nos Estados Unidos e se expandiu para a Europa, chegando até o Brasil. Tem merecido cantinhos na grande imprensa, não falam que pode ser derivado do uso de sementes transgênicas na agricultura, nos pesticidas aplicados e por aí afora.

A conceituada revista alemã Der Spiegel (O Espelho), no final de março, em artigo de Gunther Latsch, abordou o assunto em extensa reportagem. O mais chocante foi uma citação do físico Albert Einstein, para quem “Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida. Com o fim das abelhas, acaba a polinização, acabam as plantas, acaba o homem.”!!!!!!!!!!!!!



Escrito por Nheçu às 05h20
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Charutos

 A Rádio Guaíba (RS) entrevistou dia 06.06/04, mulheres empresárias do ramo de tabacarias e charutarias de Porto Alegre, onde se reafirmou que devido ao clima, os Charutos de Havana continuam imbatíveis, sendo reconhecidos apenas pelo aroma. Uma proposta original foi realizar um curso para “fumar o charuto”, já que há todo um cerimonial nesta atividade, como pitar sem tragar e etc.

Em terras da garoa

Já a Rádio Bandeirantes (SP) enfatizou o Dia dos Namorados na programação do dia 10.06, com dicas apropriadas, manifestando sua preocupação com a lotação dos motéis (!) para o dia 12 (parece que todos estavam reservados, demonstrando que tesão pode ser programado!) e para compensar  sugeriu passeios de helicóptero a um mil reais por hora.

Pelos tópicos acima, dá para se notar a qualidade! Isso é que é “jornalismo”, hein?...



Escrito por Nheçu às 05h46
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As mulas do Getúlio

A revista História Viva/8 (Duetto/SP), levantou um assunto praticamente desconhecido para a maioria de nós, brasileiros; o fiasco dos “soldados da borracha” durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945), em plena Segunda Guerra Mundial, ocasião em que faltou borracha para o Tio Sam lá nos Estados Unidos e cidadãos brasileiros, em sua maioria nordestinos retirantes da seca, foram coagidos a se alistar para não ir para a Itália, chegando a cerca de 60 mil “soldados”, contratados a meio dólar por dia, para trabalhar nos seringais da Amazônia, no período de 1942/45.

Entretanto, a operação toda acabou em fiasco logístico e organizacional, com os estadunidenses sumindo do mapa tão logo puderam escapar do mega-projeto, inserido nos “Acordos de Washington”, que foram cancelados em 1945 no tocante à borracha. Só que quase trinta mil dos trabalhadores brasileiros sumiram na selva, enquanto que dos 20 mil Pracinhas da FEB, pereceram apenas 454 na Itália. A Constituição de 1988, 44 anos depois do fim da Segunda Guerra, mandou pagar pensões aos “soldados da borracha”, só que equivalente a um décimo da pensão dos Pracinhas da FEB.

Ah, as mulas do Getúlio referem-se aos mais de 1.500 quadrúpedes que “desapareceram” entre os estados de São Paulo e do Acre, entre outras cositas más! (JWG).



Escrito por Nheçu às 05h44
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Resvalões históricos

O Código da Vinci e o cristianismo dos dois primeiros séculos (Paulinas), do professor Pedro Lima Vasconcellos, propondo com o livro um "enfrentamento sério das questões aí levantadas", por Dan Brown, em O Código da Vinci. Um "entusiasmado" grupo de universitários da PUC/SP, alunos de Pedro Lima, debateu num curso no 2o semestre de 2005 as questões polêmicas de Dan Brown, enriquecendo o conteúdo desteo livro.

Trata-se de uma abordagem lúcida sobre os questionamentos parciais que surgiram após o livro de Dan Brown, remetendo a leituras de aprofundamento teológico e histórico, muitas das quais só tem acesso quem trabalha com aulas de religião de nível superior.

Essa citação de outros livros é válida, pois "Pouco se conhece da história das origens cristãs. A leitura convencional dos textos bíblicos mostra-se cheia de lacunas". Pedro Lima desmonta as gafes históricas cometidas por Dan Brown, que comete deslizes enormes, como este de citar a existência da "Biblioteca do Vaticano", já no ano de 95 d.C, quando os cristãos não chegavam nem perto das jaulas dos leões ou das catacumbas, lugar primeiro das reuniões dos seguidores de Jesus Cristo!

Dan Brown foi acusado de fazer plágio de outros livros para escrever O Código da Vinci: "A grande heresia: o segredo da identidade de Cristo" e "O santo graal e a linhagem sagrada". Por causa deste último, inclusive, foi parar nas barras de um tribunal inglês.

Para quem deseja, saber dos fatos verdadeiros e não o sensacionalismo barato, presente em Dan Brown, faço a recomendação de O Código da Vinci e o cristianismo dos dois primeiros séculos. Para adquiri-lo, fiz reserva na livraria da Cúria Diocesana de Santo Ângelo e, devido ao período de férias, tive de aguardar dois meses para receber o livro, mas valeu a espera. A obra é de primeira qualidade!

Uma ressalva: o lançamento de livros "bombásticos" é cíclico, a cada dez, quinze anos, sai uma obra "reveladora" de "verdades escondidas" e acaba sumindo. Veja-se que o citado "O santo graal e a linhagem sagrada" já fizera um relativo sucesso na década de 1980!



Escrito por Nheçu às 02h10
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Um aliado dos Céus

O Pe. Roque Zimmermann, natural da cidade de Santo Cristo, irmão do atual deputado federal Tarcísio Zimmermann (PT/RS), também foi deputado federal por dois mandatos pelo Paraná, além de ter sido vereador na cidade de Ponta Grossa, candidato a governador da terra roxa em 2002 e secretário de Estado de Requião (na foto, inspecionando uma obra), afastou-se recentemente da vida partidária para se dedicar a luta pela causa ecológica, sem duvida, uma vitória para o movimento ambientalista, que ganha um aliado de peso e conhecimento qualificado.

O Pe. Roque iniciou sua militância política em 1958, mas foi mais atuante no meio estudantil durante seus estudos na Universidade Gregoriana de Roma, nos de 1963-64, lá permanecendo até 1967, tendo convivido todo o período efervescente do Concílio Vaticano II em pleno palco dos acontecimentos.

Ele se desliga da política dizendo que "O PT descaracterizou-se demais.", mas o Governo Lula "È disparado o melhor governo que o país já teve, principalmente no que concerne as pessoas excluídas."

Na campanha do 2o turno da eleição de 1994, o Pe. Roque esteve em Roque Gonzales, dando uma força para Olívio Dutra que enfrentava Antônio Britto, na ocasião, Britto venceu o pleito. Entretanto, em 1998 a disputa se repetiria e, cumprindo uma já regra no RS, governador não se elege duas vezes (o senado é a salvação do Pedro Simon!), tendo Olívio vencido o repeteco da disputa.

Tarcísio Zimmermann também esteve em Roque Gonzales fazendo trabalho de base com o PT, assistindo inclusive uma palestra com Pedro Paganin, do jornal Mundo Jovem, no Clube 15 de Novembro, considerado então como "reformista" por Tarcísio.



Escrito por Nheçu às 02h08
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Virgem por acaso

 

é o que Albertine conta a seu marido Fridolin ter sido sua condição quando casara, por falta de interesse por quem se apaixonara, antes do marido. Tudo isso ocorre no início do livro Breve romance de sonho (Companhia das Letras, 2000), literatura de língua germânica, de Arthur Schnitzler (Viena, Áustria, 15/05/1862 - Viena, 21/10/1931).

É uma história na qual vai se mergulhando enfeitiçado, na qual vão se aliando detalhes típicos como “o perfume suave das florestas distantes” na Viena de meados do século XX. A narrativa se mantém em permanente clima beirando o clímax sexual de um sonho erótico, no qual nunca chega o orgasmo.

O médico Fridolin, depois da revelação inicial de Albertine (imagine esta confissão no ano de 1926, quando Roque Gonzales era mata escura, povoada de riachos cristalinos!), vai percorrer as ruas, procurando viver novas aventuras, para não precisar voltar logo ao lado de sua esposa.

Neste itinerário, Fridolin vai atender ao chamado que interrompera o diálogo com Albertine, indo ver um paciente em estado terminal. Lá chegando, descobre que este viera a falecer. A filha órfã, moça magrela e tuberculosa, revela que se apaixonara pelo médico, o qual  sente-se atraído e afaga a moça.

Providenciadas as questões legais do óbito (veja-se a analogia entre Vida x Morte!), ele retorna para a rua nebulosa e cruza por solitários caminhantes, que o provocam para uma briga. Ele que já se batera em duelo pela honra fica acovardado e prossegue cabisbaixo, na tardia hora noturna.

A narrativa prossegue, agora num ritmo trepidante, impossível de largar o livro antes de seu ápice final. O médico vai tomar café num bar na madrugada e encontra conhecido seu, dos tempos de estudos, músico, que lhe segreda misteriosas reuniões entre homens e mulheres mascarados. O doutor não resiste a tentação de participar. Compra numa loja que permanece atendendo estranhos clientes nestas tardias horas. O clima onírico se explícita, gruda, encharca os poros de Fridolin.



Escrito por Nheçu às 02h06
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Alugado o disfarce, ele segue a carruagem fúnebre com seu amigo músico. Chegando a mansão, ele ingressa sob uma senha, encontrando integrantes da alta sociedade e da nobreza vestidos como monges e freiras mascarados, que ensaiam bailados, ao compasso de músicas inebriantes e eróticas, um passo para que as mulheres dispam suas roupas, permanecendo apenas com as fantasias no rosto.

É o desejo de possuir uma delas que faz Fridolin persistir naquele diabólico recinto. A ignorância da 2a senha o faz ser expulso daquela ordem secreta, após o oferecimento ao sacrifico da mulher com quem ele dançara.   

No dia seguinte, a realidade brumosa se torna palpável, com a notícia de fatos que aconteceram, pessoas envolvidas nele desaparecem, quando não estão internadas em hospitais ou mortas nos necrotérios, aos quais Fridoloin, por ser médico, tem acesso furtivo na meia-noite (!), se abraçando a um cadáver de mulher, que ele julga reconhecer ser a misteriosa dama que o defendera no casarão e se entregara às punições da ordem que mantinha tais encontros secretos.

Por não ser um autor comercial, visando apenas ao movimento da caixa registradora, Schnitzler vai escrevendo como deve ser o texto, uma narrativa envolvente que embriaga o leitor nas mentiras da ficção sabidamente irreal e, por isso mesmo, misteriosa e apaixonante!



Escrito por Nheçu às 02h05
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O livro virou o filme De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, 1999), com Tom Cruise e Nicole Kidman (nas fotos o casal e capa do CD), com direção de Stanley Kubrick

Entretanto, Kubrick modifica a história, que vai do baile de máscara em período carnavalesco, para o Natal, o cenário da cidade de Viena vai para Nova Iorque. Aumenta o ciúme entre o casal, aumenta a nudez na Mansão dos Mortos, sugerida no livro e agora de sexo quase explicito no filme, além da predominância dos tons vermelho e negro.

A senha para Fridolin entrar na mansão do livro é Dinamarca, país onde Albertine se apaixonara pelo homem que a poderia ter desvirginado e, no filme, ironia, é Fidelio, palavra que vem do latim “fidelis”, e significa fidelidade.

O filme tem algumas curiosidades: É uma das produções mais longas da história do cinema - quase 3 anos e o último filme de Stanley Kubrick como diretor, que faleceu durante o processo de pós-produção do filme.



Escrito por Nheçu às 05h35
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Revista Il Convivio 27

Um pouco atrasados nas resenhas deste já final de 1o trimestre de 2007, destacamos nesta edição a revista siciliana com artigo do professor Bruno Sartori sobre Immanuel Kant, colocando o alemão de forma merecida como grande filósofo da cultura ocidental. A poesia de Giuseppe Manitta, em seu livro Sul sentiero dell´upupa é analisada por Orazio Tanelli.

Os leitores são brindados coma uma extensa reportagem ilustrada com fotos da cerimônia de premiação do Premio Poesia Prosa e Arti figurative, realizada em 15 de outubro em Giardini Naxos. A revista também traz o costumeiro desfile de poesias do mundo inteiro, com predominância dos versos italianos, com capa de Armand Niquille, Le vieux Tilleul de Morat, e belíssimas ilustrações artísticas coloridas nas páginas centrais, como esta de Cetty Urso (abaixo) em Sognando Venezia e a poesia de Raluca Elena Weber, uma bela jovem universitária da Romênia, já com várias premiações internacionais em sua carreira literária.

Resenhas de livros completam esta substanciosa publicação cultural que envolve o mundo num abraço de intercâmbio e amizade!

Contatos: angelo.manitta@tin.it  



Escrito por Nheçu às 05h33
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